
Felicidade sem tamanho, apesar do cansaço - é assim que venho me sentindo, e até mesmo no trabalho eu tenho rendido mais, tenho me sentido mais feliz. Quando estamos de bem conosco, tudo parece que dá certo, não é verdade? Porém ando cheia de tarefas: são exercícios de revisão para os alunos, é revisão de livro, é prova na pós, é correção de teste e prova, feira de ciências (que não foi realizada devido à chuva)... Ufa! São muitas atividades. Ainda preciso arrumar tempo, que eu não abro mão nunca, para o namorado, para comprar meus presentes de natal, para fazer aquelas coisinhas de mulher: unha, cabelo...
Hoje fiquei muito feliz ao abrir meu e-mail. Recebi a seguinte mensagem: "I miss your classes. It was the funniest that I've attended.". É gratificante você receber um e-mail desses depois de 1 ano que essa turma concluíu o curso. É ótimo saber que não fui esquecida, que pude ser espelho para muito dos meus alunos - alguns deles decidiram seguir os passos da "teacher" aqui - fiz muitos passarem a amar o inglês, como se fosse um termômetro, do zero ao dez, mostrei que não é tão difícil assim, encoragei, dei forças para aqueles que queriam desistir, fiz amigos-alunos...
Lembro-me do meu professor mais do que querido, Professor Fábio Prado. Foi ele quem foi meu espelho! Muitas das atividades que faço com meus alunos, o professor Fábio fez com a minha turma. Na época eu tinha apenas 14 anos, hoje estou com 22, e ainda sinto um carinho muito especial por aquele que foi decisivo na hora de escolher a minha carreira.Durante as aulas, apesar de tímida, eu queria era falar, afinal estudava com professor Fábio, conhecido no curso como o melhor. Ele era estimulante, ele sabia como me fazer falar, apesar da vergonha, não foi à toa que tirei 10 em fluência. Fiquei feliz em saber, quando ele partiu para Curitiba, que eramos a sua última turma naquele lugar e me lembro como se fosse hoje do seu pequeno "speech". Há pouco tempo algumas mensagens e fiquei sabendo que ele ainda está em Curitiba, na rede concorrente e montou seu próprio curso de inglês.
As vezes a vontade de jogar tudo para o alto é grande, mas quando começo a me lembrar da minha primeira turma na Fundec, de todas as outras mais que passaram por mim, quando recebo telefonemas de ex-alunos dizendo que querem retornar, mas tem que ser comigo, quando vejo fotos, quando recebo lembranças e elogios dos alunos, quando vejo quantos amigos fiz, ou quando alguém chega perto e fala: "estou fazendo letras por sua causa!", vejo que nada foi em vão, que tudo não é tão ruim como eu imagino pois são raras as vezes que acho que faço um bom trabalho.
That's it!
Hoje fiquei muito feliz ao abrir meu e-mail. Recebi a seguinte mensagem: "I miss your classes. It was the funniest that I've attended.". É gratificante você receber um e-mail desses depois de 1 ano que essa turma concluíu o curso. É ótimo saber que não fui esquecida, que pude ser espelho para muito dos meus alunos - alguns deles decidiram seguir os passos da "teacher" aqui - fiz muitos passarem a amar o inglês, como se fosse um termômetro, do zero ao dez, mostrei que não é tão difícil assim, encoragei, dei forças para aqueles que queriam desistir, fiz amigos-alunos...
Lembro-me do meu professor mais do que querido, Professor Fábio Prado. Foi ele quem foi meu espelho! Muitas das atividades que faço com meus alunos, o professor Fábio fez com a minha turma. Na época eu tinha apenas 14 anos, hoje estou com 22, e ainda sinto um carinho muito especial por aquele que foi decisivo na hora de escolher a minha carreira.Durante as aulas, apesar de tímida, eu queria era falar, afinal estudava com professor Fábio, conhecido no curso como o melhor. Ele era estimulante, ele sabia como me fazer falar, apesar da vergonha, não foi à toa que tirei 10 em fluência. Fiquei feliz em saber, quando ele partiu para Curitiba, que eramos a sua última turma naquele lugar e me lembro como se fosse hoje do seu pequeno "speech". Há pouco tempo algumas mensagens e fiquei sabendo que ele ainda está em Curitiba, na rede concorrente e montou seu próprio curso de inglês.
As vezes a vontade de jogar tudo para o alto é grande, mas quando começo a me lembrar da minha primeira turma na Fundec, de todas as outras mais que passaram por mim, quando recebo telefonemas de ex-alunos dizendo que querem retornar, mas tem que ser comigo, quando vejo fotos, quando recebo lembranças e elogios dos alunos, quando vejo quantos amigos fiz, ou quando alguém chega perto e fala: "estou fazendo letras por sua causa!", vejo que nada foi em vão, que tudo não é tão ruim como eu imagino pois são raras as vezes que acho que faço um bom trabalho.
That's it!
